sábado, 7 de novembro de 2009

Nada como uma brincadeira utilizando o corpo para distrair.
Eles se divertiram bastante.


Ainda tinha que fazer as sequências que passei no meio da brincadeira.

Ai está um pedacinha da turma. Infelizmente acabou a oficina na Catinguinha, metade de meus objetivos forão alcançados. Mais feliz com o que aprendi.

sábado, 31 de outubro de 2009

Resultado



As improvisações, coisas que eu me acabo de rir quando eles começam com as papagaiadas deles.
Turma muito boa de se trabalhar.

Sequência



Dei algumas sequências, foi um pouco complicado para eles aprenderem como funciona de verdade, já que eles são iniciantes. Mas quando via que estava complicados para eles, tentava ao máximo facilitar, para que pudesse ser acessível a todos.
O bom é que mesmo com dificuldade, eles assimilaram e pelo menos arriscaram fazer. O que faz de meu trabalho bastante proveitoso.

Brincando



Os deixei a vontade para brincar.
De minha parte veio a análise de como eles brincavam, entender quais brincadeiras, fazendo do mundo deles o meu.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Momento Criação

Os deixei escrevendo sobre brincadeiras que eles mais gostavam, as que ainda gostam e tudo relacionado a infância, já que Estripulias se basea na história de ser criança.

Momento criação e apresentação







As oficinas estão fluindo


As oficinas de Dança Contemporânea ministradas por mim no povoado da Catinguinha, não só atende aquele povoado como outros três, diversificando público, povoados e experiências.

Os alunos estão se divertindo e estamos trocando experiências como de previsto. As aulas estão divertidas, mas é uma pena que amanha 30/10 elas acabem, aprendi com eles e espero que tenham também aprendido comigo na medida do possível, e assim que puder voltarei.

domingo, 11 de outubro de 2009

As oficinas começaram

As oficinas de Dança Contemporânea para a montagem do espetáculo Estripulias já começaram. A primeira comunidade escolhida foi a Catinguinha, povoado localizado no interior do Município de Petrolina. A Escola Municipal Professor Ricardo Rodrigues de Miranda foi cedida pela Diretora Cátia Cardoso para que essas oficinas pudessem ser efetuadas.

Serão 5 oficinas em 5 sábados distintos, totalizando 10 horas.



sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Meta Principal

A Uele Cia. de Dança tem como meta a ser alcançada, por enquanto, a realização do espetáculo “Estripulias”. Mas o que a difere das outras é o seu processo de criação. Os meios pretendidos para que esta meta possa ser alcançada, inclui crianças e jovens de duas comunidades carentes do Município de Petrolina, onde oficinas de Dança Contemporânea serão dadas para extrair ao máximo o que eles têm a oferecer para a criação do espetáculo “Estripulias” já que todos nós tivemos, temos ou teremos uma infância.
Esses meios serão feitos sem fins lucrativos, apenas com o intuito de criar oportunidades sócio-culturais dessas crianças e jovens, e enriquecer a criação do espetáculo, através, de suas experiências.
Projeto esse que sempre teve a intenção de ser realizado por Milla Ingrid, mas por se sentir incapaz ou por esperar o momentos certo não aconteceu anteriormente e só agora diante de vontade, experiência, oportunidade e momento certo, poderá ser realizado.

sábado, 29 de agosto de 2009

De "Sem Pé Nem Cabeça" para "Estripulias"

“Estripulias” foi montado para a Mostra Competitiva que ocorreu em Abril de 2009 dentro do Festival Vale Dançar, a princípio chamava-se “Sem Pé Nem Cabeça”, foi com este nome que ficou em 3º lugar na mostra.
Logo após veio a vontade e necessidade de aumentá-lo com novos conhecimentos e coreografias. Foi ai que surgiu a ideia de mudar o nome e foi com a ajuda de Pepe Leal que “Sem Pé Nem Cabeça” transformou-se em “Estripulias”.
Com novas coreografias e novo nome, foi recebido e aceito o convite para apresentá-lo no projeto Aldeia do Velho Chico 2009 realizado pelo SESC Petrolina. Ele foi apresentado e hoje surge a ideia de transformá-lo em espetáculo e não apenas deixa-lo como experimento.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

"Sem Pé Nem Cabeça"

Sempre houve a vontade da parte da Coreógrafa/ Bailarina/ Intérprete Milla Ingrid de criar algo com seu corpo. Mas algo que fosse feito com vontade, amor e responsabilidade. Foi ai que decidiu criar uma coreografia.

Coreografia essa, que teve como base a própria Milla Ingrid, já que em sua realidade, ainda tem muito da infância. As brincadeiras mais maduras e as lembranças das antigas brincadeiras, a levou para a criação de “Sem Pé Nem Cabeça” sendo demonstrado em seu próprio corpo, sua história.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Estripulias

O espetáculo conta a brincadeira de ser criança, com as mais variadas criatividades, sonhos, em que o mundo é feito de imaginação e alegria, onde uma única palavra pode se transformar em vários sentidos, onde no decorrer do tempo se torna uma história sem pé nem cabeça.


As variadas formas de ser criança são mostradas em várias movimentações do corpo, em que se torna instrumento da história com responsabilidade, mas com a inocência de uma criança.